A chazada marcelista

A Estátua de Sal

(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 28/09/2018)

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Aníbal Cavaco Silva aguentou dois anos calado. Ou pelo menos sem opinar sobre o mandato do seu sucessor. Mas, com a direita passista e mediática (redundância) em fúria com a saída da procuradora, transformada contra a sua vontade em Passionaria do justicialismo, ele não aguentou. Achou que estava ali um chamamento. E se Passos saltou do seu túmulo político, Cavaco saiu do seu jazigo.

Para dizer, esperando que o país estremecesse: “Sou levado a pensar que esta decisão política de não recondução de Joana Marques Vidal é talvez a mais estranha tomada no mandato do Governo que geralmente é reconhecido como geringonça”.

Este regresso dos mortos-vivos não teve nada a ver com António Costa ou com Joana Marques Vidal. O alvo era apenas um: o homem que lhes tirou o palco à direita. Mas nenhum teve a coragem de o nomear. Porque os dois…

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O Expresso faz mea culpa

A Estátua de Sal

EXPRESSOD

(Tendo ontem publicado artigo em que verberava a actuação no Expresso no caso da nomeação do novo Procurador-Geral da República, dando como certa em antecipação, e com coloridos detalhes, a recondução de Joana Marques Vidal, o que não veio a ocorrer, a redacção do semanário vem hoje apresentar desculpas. 

Como todos os acusados tem direito à defesa – facto que muitas vezes os jornalistas, e também os do Expresso, esquecem, publico abaixo o texto que a redacção do jornal subscreve sobre o assunto.

Estátua de Sal, 22/09/2018) 

(In Expresso, 22/09/2018)

O Expresso e a PGR

Há uma semana, o Expresso publicou em manchete a notícia “Acordo à vista para manter a PGR”, onde se escrevia que “fontes próximas do processo, que foi estreitamente trabalhado pelo primeiro-ministro e pelo Presidente da República, garantiram ao Expresso que a recondução de Marques Vidal ‘está na calha’”. Esta quinta-feira à noite foi anunciada a…

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Marques, mentes? Minto.

A Estátua de Sal

(Dieter Dellinger, 26/08/2018)

Marques_Mendes

(Hoje, no seu comentário semanal na SIC, o Mendes abriu o “dossier” da recondução da Procuradora Joana, talvez a pedido de Marcelo, que quer colocar o tema na agenda mediática e assim condicionar as opções do Governo. E foi dizendo que a Procuradora fez um mandato excelente. Claro, excelente para a direita, cujas patifarias nunca investigou, a começar pelas do próprio Marques Mendes, acusado pelo fisco em 2014 de lesar o Estado em 773 000 euros. (Ver aqui). Sobre esta história nunca mais se ouviu falar, logo, eu se fosse o Mendes, também queria a recondução da Joana! 🙂

Comentário da Estátua, 26/08/2018)


Estou a ouvir o Marques Mendes a MENTIR com todos os dentes e mais alguns que tem na boca.

O pequeno diz que Joana Marques Vidal acaba o seu mandato em Outubro mais prestigiada que quando começou. Mais prestigiada?

Por ter safado Paulo…

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Construam-me, porra!

A Estátua de Sal

(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 24/08/2018)

Daniel Daniel Oliveira

(Ó Daniel, pede lá um revisor dos textos ao Dr. Balsemão. O texto de hoje, no original, avança com um conceito, no mínimo, pícaro: “obras púbicas”! Que raio de obras são essas? 🙂

Lá teve a Estátua que corrigir a gralha…

Comentário da Estátua)


O mais relevante não é o orgulho com que dizem que aquele “é o maior lago artificial da Europa Ocidental”. O mais importante é não haver ninguém que não reconheça que a paisagem mudou radicalmente. A agricultura de sequeiro foi sendo lentamente substituída pelo regadio, com produção intensiva. Isto levanta preocupações quanto à sustentabilidade dos solos, mas não deixa de ser extraordinário ver herdades abandonadas a serem lentamente ocupadas por olival, amendoal e vinha, por vezes com exageros que justificadamente preocupam ambientalistas, autarcas e populações locais, que não ganham assim tanto com esta intensidade. O erro da monocultura…

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Robles em três andamentos

A Estátua de Sal

(Vários, in Facebook, 28/07/2018, selecção da Estátua de Sal)

robles

(Este alarido todo faz-me sorrir: exige-se à esquerda, para ser coerente, que seja espartana. E tem-se como “normal” que a direita, para ser coerente, seja ávida, implacável no saque, sovina na acumulação. Sempre assim foi na luta política, e sempre assim foi o pensamento dos direitolas: a esquerda que coma moral ao pequeno almoço que nós comemos ovos estrelados…

Aqui deixo três reflexões sobre o tema Robles.

Comentário da Estátua, 28/07/2018)


 Andamento I

O PSD ao exigir a demissão de Ricardo Robles está a reivindicar o exclusivo da especulação imobiliária?

(António Pavão Nunes, 27/07/2018)


 Andamento II

Eu, se fosse ao Robles, oferecia o prédio e pronto. Calava-os a todos. E, por aí, quem tiver dinheiro no banco e for de esquerda, acho por bem que o doe, a bom doar, aos banqueiros. E, por agora, chega. Volto daqui a dias, quando…

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Marcelo, já tens o sermão pronto para os suecos e os gregos?

A Estátua de Sal

(Por Valupi, in Blog Aspirina B, 24/07/20’18)

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A 17 de Junho de 2017, no concelho de Pedrógão Grande, deflagrou um incêndio que viria a causar 66 mortos. No dia seguinte, Marcelo Rebelo de Sousa deslocou-se ao local e deixou à Nação uma conclusão do que tinha visto, ouvido e cogitado:

«O Chefe de Estado defendeu que, perante o cenário que lhe foi descrito, "o que se fez foi o máximo que se poderia ter feito".

"Não era possível fazer mais, há situações que são situações imprevisíveis e quando ocorrem não há capacidade de prevenção que possa ocorrer, a capacidade de resposta tem sido indómita", considerou.»

Estas declarações, quiçá as mais objectivas e intelectualmente honestas a respeito do fenómeno a que se pode chegar, de imediato foram sentidas como um soco no estômago pela direita decadente. Marcelo surgia-lhes a cometer o crime de lesa-pulhice ao parecer blindar a tragédia…

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Israel: um novo Estado racista

A Estátua de Sal

(José Pacheco Pereira, in Público, 21/07/2018)

JPP Pacheco Pereira

Sempre fui amigo de Israel e não só pelas razões que vêm do Holocausto. Era também por outras razões, desde aquelas a que, no tempo da fundação do Estado de Israel, o seu primeiro amigo, a URSS, e o Avante! eram pró-israelitas contra “as monarquias feudais árabes”, até aos eventos mais recentes que colocavam uma pequena democracia armada no meio de inimigos governados por ditaduras, umas mais cruéis do que as outras, mas nenhuma recomendável.

Havia muita coisa que era genética no Estado de Israel, fundado por sionistas que eram na sua maioria socialistas, e que tinham ideias utópicas sobre a sociedade, construíram os kibutz no meio dos desertos, e os políticos não usavam gravatas, eram muitas vezes mulheres de força num oceano de homens por todo o lado, Europa e Oriente, e havia uma pulsão igualitária pouco comum. E era um…

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