Às armas, às armas

O exercito, ou melhor, esta tropa fandanga é só para “inglês ver”. Sim porque faz-me falta o Jaime Neves, as chaimites e os comandos do 25 de Abril. Isso, sim era uma tropa a sério que nos idos do Verão quente punham toda a malta, mesmo os civis, a ter respeitinho, ok?

A Estátua de Sal

(João Quadros, in Jornal de Negócios, 07/07/2017)

quadros

Dá a sensação que este assalto ao paiol deu menos trabalho do que ir ao Ikea buscar uma cama. Tenho a teoria de que o assalto ao paiol foi feito por senhoras que vão à abertura das lojas da Primark.


Assaltaram o paiol de Tancos e levaram diverso e mortífero armamento. A primeira pergunta que me apetece fazer é: as armas têm seguro? Não digo seguro contra terceiros, porque fazia pouco sentido, mas seguro anti-roubo. Dava jeito.

Nos últimos tempos, descobrimos que os alarmes em Portugal não funcionam em incêndios, nem em fuga de capitais, paióis e bancos. Só no raio do carro do meu vizinho às duas da manhã! É preciso ter azar.

No meio desta cegada toda sobre o assalto, há uma coisa que me faz muita confusão. Ver tropas especiais a queixarem-se que foram roubadas é o mesmo que ver…

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