O “ almeidinha” !

A Estátua de Sal

(Joaquim Vassalo Abreu, 11/02/2017)

almeida_mente

 

Com letra pequena, de propósito. Para que não haja confusões, e desde logo, com o enorme respeito e admiração que tenho para com os verdadeiros “Almeidas”, esses que tratam de recolher as folhas para que elas não entupam as sarjetas, para que as águas corram e fluam livremente, escorram comodamente e, isso fazendo, evitem que o lixo as entupa.

Os que limpam os jardins, as bermas das estradas e passeios, e que fazem das nossas aldeias, vilas e cidades, lugares limpos e aprazíveis para se viver… E embora seja palpável a evolução do civismo das nossas gentes (seleção de lixos vários, departamento dos mesmos, cuidados educacionais que são visíveis e não o sendo são, de imediato, alvo de crítica…), claro que no bom sentido, subsistem sempre, como em todas as profissões, os bons e os maus profissionais.

E, por isso, vos vou falar de um…

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