Obama, Trump, Bibi e o “suicídio de Israel”

A Estátua de Sal

(Jorge Almeida Fernandes, in Público, 01/01/2017)

2-estados

No dia 23, o Conselho de Segurança aprovou uma resolução condenando a política de colonização de Israel, que torna impossível a solução “dois Estados”, ou seja, a criação de um Estado palestiniano. Foi o último acto de Barack Obama na política internacional, um marco na política americana e, ao mesmo tempo, revelador das tensões entre a Casa Branca e o Presidente eleito, Donald Trump, nesta agitada fase de transição. O secretário de Estado, John Kerry, diz que Washington quer salvar Israel de si mesmo e travar a sua corrida para um suicídio a prazo.

Os Estados Unidos não vetaram a resolução, abstiveram-se, fazendo-a aprovar por 14 votos contra zero. Foi uma opção inédita, a menos de um mês do fim do mandato de Obama, e com efeitos que não são apenas simbólicos. Provocou uma frenética reacção do primeiro-ministro israelita, Bibi Netanyahu, mas este suspendeu…

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