TEORORA, a INSONORA!

À Esquerda do Zero

É assim mesmo D. Teodora: não seja sonora! É que se for mais canora a nossa alma não chora e será mesmo o fim… Bom, eu já sei que estavam à espera que eu dissesse. “e não gosta de  mim…”, mas isso seria se ela fosse sonora e ruim…

A D. Teodora ainda é dos “Tempos Modernos”, dos filmes insonoros e mudos, e deste particularmente onde, lá para os anos trinta, o Charlie Chaplin tão bem descreveu a substituição do trabalho braçal humano pelo das máquinas…mas tudo sem som. Não é mas parece ser desses tempos e, por isso, fala baixinho, pousada e tremulamente, como se o sonoro ainda fosse uma heresia e os cabelos à Marlene Dietrich obra do demo. E ainda não tinha aparecido a Marilyn…

Não, ela ficou-se assim pelas tias do Vasquinho da “Canção de Lisboa”, com similitude nos cabelos, nos lacinhos das camisas e nos…

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