Resgatar o futuro

Alegria Breve

O texto foi publicado no Jornal Económico (02 de Novembro de 2016)bruno-carapinha_final-1-150x150

 Apesar da trilogia infernal da dívida, da austeridade e do euro, há um país a procurar uma saída de futuro. Do comércio electrónico aos novos materiais, do design à robótica, dos novos modos de produção à gestão de grandes volumes de dados, emerge um paradigma económico assente em novas tecnologias. Esta revolução industrial tem efeitos disruptivos. A sociedade e as empresas terão de ajustar-se a uma mudança que criará novos vencedores e vencidos. A questão não é saber se vai ocorrer, mas se seremos um centro dinamizador dessa mudança. E até que ponto beneficiará o conjunto do país.

As outras revoluções industriais chegaram com décadas de atraso. Sem acesso a combustíveis, longe do centro europeu, em instabilidade política ou ditadura, ficámos de fora. Os países concorrentes mantêm o avanço até hoje. Mas a nova fase não precisa de carvão…

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