EM BELÉM. ODE A DIOGO GASPAR, “manitas de plata”

A Estátua de Sal

(João Mendes Fagundes, in Facebook, 02/07/2017)

Gasparzinho andava no gamanço
O que até o seu patrão desconhecia,
Chegou mesmo a aliviar um manipanço
E dos bons, penico Dona Maria.

Gasparzinho várias vezes cavaleiro
Deixou quase vazia a presidência.
Operacional sofisticado e bem videiro,
Quem iria suspeitar da intendência?

Pois olhai, ó timoneiros deste povo
Que é mister não medalhar um gajo em vida,
Como fizestes ao Gaspar ainda em ovo.

Que é correntia a abébia, e consentida,
Que é liberal o gamanço, ó nobre povo,
E que os Deuses bafejam esta lida.

Dizei então agora, ó gente lusa
Se não é caso p’ro Gaspar perder a tusa?

E que Hermes e Mercúrio digam chiça
E venham já reparar esta injustiça.

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