A vida de Cristas

A Estátua de Sal

(Baptista Bastos, in Correio da Manhã, 16/03/2016)

bb1 Baptista Bastos

O caminho a percorrer pela nova presidente do CDS vai ser penoso, por inçado de escolhos e puas.


Ao sugerir que o partido tem de regressar às raízes iniciais, a democracia-cristã, ela determinou uma estratégia que, claramente, se opõe a Paulo Portas, o qual traçou o demoliberalismo como meio e fim. A verdade é que tirou o CDS do táxi e multiplicou-o, atraindo muita gente nova, de ambições sem freio, a quem colocou em altos postos decisórios. Os antigos militantes, assim como aqueles que se lhe atravessavam, foram implacavelmente postos de parte ou, então, auto-afastaram-se.

O CDS dos últimos 16 anos é um produto exclusivo de Portas, dizimados que foram os últimos resquícios do projecto democrata-cristão. Adicione-se-lhe, ainda, as “transferências” para o PS, de antigos fundadores, como Diogo Freitas do Amaral ou Basílio Horta, atraídos pelo doce perfume do ‘socialismo…

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