De como um advogado “ensinou” aos jornalistas como se faz investigação jornalística.

VAI E VEM

Logotipo do Banco de PortugalUma sociedade de advogados, ou melhor, o advogado Miguel Reis, por sinal especialista em Direito da Comunicação, perante a recusa de uma fonte (o Banco de Portugal) de lhe fornecer um documento (a acta da reunião  em que foi decidido o  fim do BES e a criação do Novo Banco), foi à procura dele, seguindo-lhe o rasto, isto é, investigando os procedimentos previstos para as actas do BdP. Na posse desse documento (a acta de 3 de Agosto)  e verificando a sua importância, deu dele conhecimento público na sua página electrónica.

Este exemplo, que no dizer do advogado Miguel Reis “não tem nada de extraordinário”, constitui uma lição para muitos jornalistas que em vez de estudarem as regras e os processos  que regem o funcionamento das instituições sobre as quais escrevem e seguirem os procedimentos adoptados pelos seus decisores, se agarram ao telefone e à internet, ficando à mercê do que uma…

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